Teorias Económicas

Ideias que moldam a economia.

Descubra os modelos clássicos e neoclássicos que moldam o crescimento.

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Teorias do Crescimento Económico

Com os intervenientes definidos, vamos explorar como as economias crescem ao longo do tempo.

As teorias do crescimento económico explicam como as economias se expandem ao longo do tempo.

As teorias clássicas enfatizam a acumulação de capital e o trabalho como principais motores, enquanto os modelos neoclássicos introduzem a inovação tecnológica como um fator crítico.

A teoria do crescimento endógeno destaca o papel do capital humano, da inovação e do conhecimento na sustentação do crescimento.

Estas teorias fornecem enquadramentos para compreender os fatores que impulsionam a prosperidade económica a longo prazo.

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Teoria Clássica do Crescimento

A teoria clássica do crescimento, enraizada nas ideias de economistas como Adam Smith e David Ricardo, enfatiza a acumulação de capital e o trabalho como os principais motores do crescimento económico.

Sugere que, à medida que as empresas investem em capital, como maquinaria e outros ativos produtivos, a produtividade aumenta, conduzindo à expansão económica.

Também alerta que, sem avanços tecnológicos, o crescimento pode abrandar à medida que a economia atinge um ponto em que capital e trabalho adicionais contribuem menos para a produção, levando a rendimentos decrescentes.

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Teoria Neoclássica do Crescimento

A teoria neoclássica do crescimento, desenvolvida por economistas como Robert Solow, baseia-se nas ideias clássicas ao introduzir a inovação tecnológica como um fator-chave na sustentação do crescimento a longo prazo.

Esta teoria postula que, embora o capital e o trabalho sejam importantes, é o progresso tecnológico que impulsiona o crescimento contínuo ao melhorar a produtividade.

Ao contrário da teoria clássica, o crescimento neoclássico sugere que as economias podem alcançar taxas de crescimento estáveis através da inovação, que compensa os rendimentos decrescentes do capital e do trabalho.

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Teoria do Crescimento Endógeno

A teoria do crescimento endógeno, desenvolvida por economistas como Paul Romer, enfatiza fatores internos—especialmente o capital humano, a inovação e o conhecimento—como principais motores do crescimento.

Argumenta que os investimentos em educação, investigação e desenvolvimento geram inovações que sustentam o crescimento económico.

Ao contrário dos modelos anteriores, esta teoria sugere que fomentar a educação e a inovação pode conduzir a um crescimento contínuo, com o conhecimento a desempenhar um papel central na prosperidade a longo prazo.

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A Expansão Económica da Macronia

A Macronia começou por investir fortemente em fábricas e infraestruturas, alinhando-se com a teoria clássica do crescimento.

Quando o crescimento estagnou, o país adotou estratégias neoclássicas, financiando parques tecnológicos e modernizando indústrias para melhorar a eficiência.

Recentemente, a Macronia mudou para o crescimento endógeno, lançando reformas educativas a nível nacional e bolsas de investigação para fomentar a inovação.

Estes esforços direcionados conduziram a um crescimento sustentado do PIB, padrões de vida mais elevados e um setor tecnológico próspero.

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