
Numa recompra de ações, uma empresa recompra as suas próprias ações no mercado bolsista. Menos ações em circulação significa que cada ação remanescente representa uma fatia maior da empresa.
Ao contrário dos dividendos, o pagamento da recompra é indireto: os investidores beneficiam através de resultados por ação (RPA) mais elevados e, potencialmente, de um preço da ação mais elevado, em vez de um pagamento em dinheiro a chegar à sua conta.
A gigante tecnológica norte-americana Apple tem sido a maior gastadora de sempre em recompras, tendo canalizado mais de 800 mil milhões de dólares para elas entre 2013 e 2025.

As recompras de ações têm ganhado gradualmente popularidade entre as empresas como uma forma conveniente de criar valor para os acionistas. As recompras globais atingiram um recorde de 1,5 bilhões de dólares em 2025, excedendo o valor dos dividendos em alguns mercados, como os EUA.
As empresas gostam delas porque:

As empresas podem gastar em excesso em recompras, negligenciando investimentos no crescimento. E se se endividarem para financiar as recompras, isso acrescenta risco. Uma recompra pode sinalizar confiança, ou pode sinalizar uma falta de melhores ideias.
Gostar delas ou não depende dos seus objetivos: